Serena gira a lâmina com precisão mortal. Cada estocada abre espaço, cada golpe derruba mais um corpo. O aço encontra carne, o ar se enche de gritos e o cheiro metálico do sangue.
O medo se espalha.
Os aldeões hesitam. Um recua. Outro foge.
Até os guardas — treinados, armados — dão um passo atrás diante da fúria rubra que dança à luz das tochas.
Quando tudo termina, o silêncio é pesado.
Corpos no chão. Lama tingida de vermelho.
Serena permanece de pé, ofegante, o peito subindo e descendo com dificuldade. O sangue escorre por sua mão, pingando da lâmina.
Ela venceu.
Mas não há glória aqui.
Apenas o eco do que foi feito… e do que virá.
Agora, seu nome não será sussurrado — será temido.
E isso muda tudo.
🔺 Escolha do leitor:
Opção A — Fugir para as sombras
Serena limpa a lâmina no próprio manto e não olha para trás.
Ela sabe o que virá: caçadores, recompensas, histórias distorcidas.
Cada passo agora será vigiado.
Mas viva… ela ainda tem escolha.
Ela desaparece na escuridão da floresta, tornando-se algo entre mulher e lenda.
Uma sombra que observa, espera — e talvez ataque primeiro da próxima vez.
Opção B — Abraçar o terror
Serena não foge.
Ela permanece ali, no centro do massacre, deixando que os poucos sobreviventes a vejam… que contem a história.
Se vão chamá-la de monstro — então que seja um que ninguém ouse enfrentar.
Ela ergue a lâmina mais uma vez, não para atacar, mas para marcar seu domínio.
O medo será sua armadura.
O terror, sua voz.
E quando vierem atrás dela… já estarão derrotados por dentro.



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