O caos fechou como mandíbulas ao redor de Brennar. Ombros batiam, cotovelos rasgavam o ar, e o chão parecia vivo sob seus pés. Ele avançou mesmo assim, empurrado mais pela fúria do que pelo corpo cansado.
Então veio o grandalhão.
Um homem enorme, largo como um barril, surgiu do nada. O punho dele era um bloco de pedra em movimento. Brennar mal teve tempo de virar o rosto.
O impacto explodiu em luz branca.
O mundo girou. O som da taverna virou um zumbido distante. As pernas de Brennar fraquejaram, e ele sentiu o chão se aproximar rápido demais.
Agora, o leitor deve rolar 1d6 para decidir o destino de Brennar:
🎲 Resultado do D6
1–3 — Apagar
O golpe foi demais.
Brennar cai pesado entre botas e cacos de vidro. A última coisa que vê é o manto vermelho de Serena sumindo no meio da multidão.
A escuridão o engole enquanto a briga continua sem ele.
4–6 — Permanecer acordado
A dor é absurda, mas Brennar não cai.
Ele cospe sangue, range os dentes e se mantém de pé por pura teimosia. A visão está turva, os ouvidos zunem, mas ele ainda está consciente — e Serena ainda precisa dele.
Cambaleando, ele força passagem de novo, cada passo uma vitória contra o próprio corpo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário