Os dois homens não se convencem apenas com a fama sussurrada. O maior dá uma risada seca, enquanto o menor fecha o saco de moedas e fala com frieza:
— Palavras voam. Queremos ver aço e sangue.
Eles exigem que Serena prove o que sabe. Não haverá contrato até que demonstre sua utilidade.
Possibilidade A: Prova imediata, na sombra do beco
O pequeno assovia baixo, e dois sujeitos que estavam à espreita surgem das sombras — capangas de confiança.
— Teste sua lâmina neles, caçadora. Sem matar. Apenas mostre que sabe dominar.Se o leitor escolher esse caminho:
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Serena terá que lutar ali mesmo, com risco de ser observada por alguém que a segue (talvez um rival ou um informante dos guardas).
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Se vencer, ganhará um respeito inicial e o direito a uma conversa em pé de igualdade, mas ainda sem pagamento imediato.
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Se recusar ou perder, os homens a abandonam, e a noite se torna um labirinto de ameaças. - Clique aqui
Possibilidade B: Caçada rápida nas docas
O maior aponta para a direção do rio:
— Dizem que as docas estão tomadas de ratos do tamanho de cães magros. Se acabar com eles antes da meia-noite, acreditaremos.Se o leitor escolher esse caminho:
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Serena terá que seguir sozinha até as docas, onde enfrentará um enxame de ratos famintos.
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O perigo não é apenas físico: há risco de alguém espiá-la e usar sua façanha contra ela — um rival caçador pode estar observando para roubar-lhe a chance de contrato.
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Se conseguir, voltará ao beco apenas com uma pequena bolsa de cobre como pagamento simbólico, mas com a promessa de trabalhos mais lucrativos. - Clique aqui
segunda-feira, 29 de setembro de 2025
A prova exigida 👾
domingo, 28 de setembro de 2025
Sem Rumo 👾
Sem pensar muito, Brennar não escolhe nem o atalho sombrio nem a rua principal iluminada. Ele simplesmente continua andando, os pés pesados batendo contra o calçamento frio, guiado mais pelo instinto do que pela razão. A embriaguez lhe embrulha os pensamentos, e a indecisão o acompanha como uma sombra.
“Por que sempre tenho que escolher?… nunca sei o que é melhor…”, resmunga, a voz baixa se perdendo no vento da madrugada. Não é a primeira vez que Brennar se deixa levar pela corrente, incapaz de remar contra o destino. Sua vida inteira parece ser feita de passos incertos, decisões tardias ou tomadas por outros em seu lugar.
A rua diante dele se divide em curvas e becos, mas Brennar não repara — apenas segue cambaleando, tropeçando vez ou outra nas pedras soltas. A noite, silenciosa, parece observá-lo com olhos invisíveis.
É então que algo inesperado acontece:
Ramificação A — O Mercador Noturno
Do nada, uma luz fraca surge adiante, como se uma lamparina flutuasse no escuro. Brennar se aproxima e percebe uma carroça estacionada, coberta por um pano gasto. Atrás dela, um homem de capuz baixo o observa em silêncio.
— “Boa noite, viajante… ou seria má noite? Tenho coisas que você pode precisar. Coisas que não se encontram de dia.”
A carroça está repleta de objetos: punhais, amuletos, frascos de líquidos brilhantes. Mas cada item parece trazer um risco escondido.
Brennar poderá tentar negociar, desconfiar e ir embora, ou até aceitar algo em troca de favores futuros. - Clique aqui
Ramificação B — O Retorno Inesperado
Sem perceber, Brennar dá voltas e mais voltas pelas ruas vazias, até que… a porta da mesma taverna de onde saíra surge diante dele novamente. Como se o destino zombasse dele, colocando-o sempre no mesmo ponto de partida.
Do lado de dentro, ainda ecoam gargalhadas, canções e a voz de sua irmã, como se nada tivesse mudado.
Será um sinal de que não deve fugir? Ou apenas mais uma prova de que sua indecisão o aprisiona? - Clique aqui
Ramificação C — O Encontro Misterioso
No meio da rua deserta, uma silhueta feminina surge encostada a um muro, quase como se o esperasse. O rosto está encoberto por um véu negro, mas a voz, quando fala, soa firme:
— “Brennar… você anda em círculos porque ainda não sabe quem é. Eu posso mostrar o caminho. Mas só se confiar em mim.”
O tom da mulher é enigmático, nem hostil nem amigável. É impossível saber se ela é uma aliada ou uma ameaça disfarçada. - Clique aqui
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O Caminho Convencional 👾
Brennar, esfregando os olhos pesados e arrastando os pés pelo chão irregular de pedras, decide não ceder à tentação do atalho sombrio.
— “Melhor seguir pela rua principal, pelo menos há tochas acesas por aqui…” — resmunga, tentando se convencer.
A rua principal se estende diante dele como uma serpente preguiçosa, iluminada por tochas espaçadas que projetam sombras alongadas nas fachadas das casas antigas. O vento frio carrega o cheiro de fumaça de lareiras e o distante som de uma janela rangendo. Alguns notívagos caminham apressados, cabisbaixos, como se não quisessem se demorar sob o manto da madrugada.
O coração de Brennar, ainda acelerado pela bebida, bate mais forte ao se aproximar da encruzilhada seguinte. É nesse ponto que a sorte deve ser decidida — um simples lançar de dado definirá seu destino.
Se o dado mostrar 1 ou 2
Das sombras de um portão quebrado surgem três figuras encapuzadas. Um deles ergue uma adaga enferrujada, outro balança uma corrente pesada. O terceiro, mais baixo, apenas observa, com olhos que brilham no escuro.
— “Dinheiro, agora! Ou o sangue vai pagar a conta!” — rosna o da adaga.
Cercado e desarmado, Brennar sente o suor frio escorrer pela nuca. Sua única saída é negociar, tentar enganar ou arriscar correr. - Clique aqui
Se o dado mostrar 3, 4 ou 5
A caminhada segue tranquila. As tochas continuam firmes, afastando qualquer sombra ameaçadora. Os notívagos vão rareando até que Brennar se encontra praticamente sozinho. O som das próprias botas ecoa, compassado, no calçamento.
Sem ninguém para incomodá-lo, ele chega em casa em segurança. Embora o frio da noite o acompanhe, a tranquilidade de alcançar seu leito é quase um prêmio depois de uma noite turbulenta. - Clique aqui
Se o dado mostrar 6
Pouco antes de chegar em casa, Brennar cruza com uma mulher da noite. Vestida em trajes vistosos, embora gastos, ela se aproxima com um sorriso insinuante.
— “Boa madrugada, viajante. Está sozinho? Talvez eu possa lhe fazer companhia…” — diz, passando a mão pelo ombro dele.
Brennar, com o coração ainda dividido entre a ressaca e a tentação, precisa escolher:
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Aceitar a oferta, levando a mulher consigo, o que pode render-lhe consolo… mas também possíveis complicações. - Clique aqui
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Recusar e seguir sozinho, ignorando a sedução, preferindo apenas o descanso da própria cama. - Clique aqui
O Atalho Sombrio 👾
Brennar, com a cabeça latejando e o gosto amargo do vinho na boca, decide encurtar caminho. “Mais rápido, menos frio”, pensa ele, tropeçando rumo ao beco estreito.
Logo, o cheiro o atinge. Uma mistura pútrida de peixe podre, esgoto e ferro enferrujado. O beco parece mais estreito do que deveria, com paredes de pedra molhadas e escorrendo limo. A umidade desce do alto, pingando em seu ombro como se o próprio beco respirasse.
Os lampiões que deveriam iluminar o caminho estão apagados, alguns quebrados, outros pendurados por fios soltos que balançam ao vento. O chão é irregular, com poças escuras que refletem fragmentos da lua. Às vezes, um rato atravessa correndo, mas até eles parecem fugir de algo maior.
O silêncio pesa. Apenas o som de seus passos arrastados ecoa, abafado pelo estreitamento das paredes. De repente, o ar muda — mais denso, mais frio. Brennar para, o coração acelerando apesar da embriaguez.
Das sombras adiante, surge uma criatura disforme. Tem o corpo largo, coberto por escamas úmidas, e duas cabeças grotescas que rosnam em descompasso: uma late como um cão raivoso, a outra sibila como uma serpente enfurecida. Os olhos, quatro ao todo, brilham em vermelho vivo, refletindo a pouca luz da lua.
O monstro arrasta suas garras pelo chão, deixando riscos fundos no paralelepípedo encharcado. O cheiro de sangue velho e carne apodrecida se espalha, sufocando Brennar.
Sem armas, sem preparo, ele sente a boca secar e a embriaguez dar lugar ao instinto.
O leitor deve decidir:
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Tentar fugir: correr de volta para a rua principal, ainda que tropeçando, antes que o monstro alcance. - Clique aqui
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Enfrentar o monstro: improvisar uma luta com as próprias mãos ou buscar algo ao redor (pedras, paus, cacos de garrafa) para se defender — arriscando a vida em troca de provar coragem. - Clique aqui
Destino: A Siri Gaita (zombaria) 👾
Brennar, já com o rosto vermelho do vinho e da ousadia, joga a cabeça para trás e solta uma gargalhada grossa.
Brennar (batendo na mesa):
— Siri Gaita! Mas que apelido perfeito! Uma siri que não sabe andar pra frente, só de lado… e ainda toca mais desafinado que um bode preso no telhado!
Alguns à mesa próxima já começam a rir. Ele continua, inflado pelo próprio veneno.
Brennar:
— Ora, se é Siri, devia estar no rio… mas você prefere o barril! Deve ser por isso que fede a vinho azedo em vez de água fresca.
Ele ergue a caneca como quem ergue uma tocha.
Brennar (quase cantando):
— Gaita desafinada, siri encruada,
Melhor casar com um peixe do que com essa desgraçada!
A taverna explode em gargalhadas, algumas forçadas, outras genuínas pelo absurdo. Lorena, no entanto, fecha o sorriso. O rubor sobe em seu rosto desgrenhado.
Num estalo, ela atravessa o espaço e esbofeteia Brennar com tanta força que a caneca quase voa de sua mão. O silêncio dura apenas um instante — logo o salão inteiro ri de novo, mas desta vez dele.
Lorena (gritando):
— Aí está, senhores: Brennar Veynar, o bardo do barril, o palhaço da caneca!
O nome dele ecoa em zombarias: “Brennar Veynar!”, “o porco cantor!”, “o siri bêbado!”. O escárnio passa a circular de mesa em mesa, como um brinde maldito.
🎲 Role 1 dado (d6):
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Se sair 1 a 3: Lorena incita alguns homens a bater nele, e Brennar é cercado por socos e empurrões. - Clique aqui
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Se sair 4 a 6: Ela apenas o ridiculariza, mas sua fama de tolo cresce ainda mais na boca dos frequentadores. - Clique aqui
Destino: A aceita da recusa 👾
Lorena dá de ombros, rindo sozinha, e já se mistura à confusão de vozes da taverna. Brennar fica parado um instante, como se esperasse uma segunda chance. Mas ela não olha para trás.
Ele suspira, puxa a caneca para perto e, sem cerimônia, afunda o rosto na espuma. O vinho barato e a cerveja azeda queimam a garganta, mas é melhor sentir o ardor do álcool do que a pontada da recusa.
As gargalhadas em volta não lhe incomodam mais. As provocações, os olhares e o burburinho da taverna se tornam um pano de fundo distante. Para Brennar, naquele momento, o mundo se resume à madeira úmida do balcão e ao peso da caneca sempre cheia.
A vida segue ao redor, mas ele escolhe ser apenas figurante no caos.
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Destino: A Siri Gaita que o engana 👾
Brennar, animado demais para notar os truques de Lorena, levanta a jarra e brinda como se fosse uma vitória. Ela acompanha o gesto, leva o vinho à boca… mas não engole. Os olhos dela brilham de malícia, e antes que ele perceba, o líquido rubro é arremessado de volta — direto no rosto dele.
O salão explode em gargalhadas. A barba de Brennar pinga como se fosse uma toalha molhada, e o cheiro ácido do vinho invade suas narinas. A taverna inteira assiste à cena: homens batem nas mesas rindo, mulheres cochicham, e até o taberneiro larga uma caneca no balcão para aproveitar a humilhação.
Lorena (com um sorriso vitorioso):
— Ora, ora, Brennar… achei que você precisava de um banho!
Brennar passa a mão pelo rosto, espreme os olhos e solta uma risada curta, quase engasgada. A vergonha arde mais que qualquer bebida forte, mas sua natureza não o deixa ficar calado.
Agora o leitor deve escolher:
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Continuar bebendo, ignorando a provocação e tentando afogar a humilhação na caneca — mostrando que Brennar já está acostumado com derrotas e prefere não reagir. - Clique aqui
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Criar um tumulto, partindo para a ofensa, insultando Lorena diante de todos e reacendendo o caos no salão. - Clique aqui
Destino: A Siri Gaita que bebe demais 👾
Lorena, a Siri Gaita, não sabe a hora de parar. A cada gole, o riso se torna mais alto, as palavras mais enroladas. Até que sua voz some num murmúrio incompreensível e a jarra escorrega de sua mão.
O vestido gasto está encharcado de vinho derramado. O cheiro é forte, quase sufocante: mistura de bebida azeda, suor e fumaça de taberna. Brennar, com a paciência de quem já viveu muitas noites assim, suspira e a segura pelos ombros.
Ela cambaleia como um saco de farinha mal amarrado, pendendo para frente e para os lados. Os olhos, semicerrados, não focam em nada.
Brennar (resmungando):
— Mulher, você é mais fardo do que festa…
Ele passa o braço dela por cima do próprio ombro e a arrasta até a porta. Alguns clientes riem, outros apenas abanam a cabeça, acostumados com aquela figura desgrenhada se excedendo mais uma vez.
A rua fria da noite recebe os dois com silêncio. Brennar ajeita o peso dela, que quase desmaia em seus braços.
Agora escolha:
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Levar Lorena para tratamento médico, entregando-a aos cuidados de alguém capaz de lidar com seu estado. - Clique aqui
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Levá-la para sua própria casa, carregando-a como um fardo incômodo, mas assumindo a responsabilidade por ela. - Clique aqui
Destino: A Siri Gaita II 👾
Brennar tenta se aproximar, com aquele charme desajeitado que só o vinho dá. Gesticula, faz piada, solta um assobio torto, mas Lorena — a Siri Gaita — apenas ri na cara dele.
Lorena (batendo a jarra na mesa):
— Ah, Brennar… você acha que convence alguém com essa língua enrolada? Nem pagando bebida você chega lá!
Ela vira as costas ainda rindo, carregando a jarra como um troféu roubado. Senta-se em outro canto, cercada de olhares curiosos, mas sem dar importância.
Brennar fica parado alguns instantes, olhando-a de longe. A barba desgrenhada se contrai num sorriso forçado. Não é a primeira vez que uma mulher lhe nega atenção — e não será a última. Está acostumado a essas pequenas derrotas, e até aprendeu a transformá-las em motivo de piada.
Ainda assim, por dentro, a rejeição arde como fogo lento. Ele respira fundo, bate a mão no balcão e murmura para si:
— Que seja… desta vez eu desisto. Mas só desta vez.
A caneca em sua mão parece mais fiel que qualquer companhia. Ele a ergue, como quem erga um estandarte de guerra, e volta-se para o único campo de batalha onde nunca perde: a bebida.
Clique aqui para continuar: O irmão que continua bebendo
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Destino: A Siri Gaita 👾
Brennar, ainda com a jarra mal segurada na mão, consegue arrancar um sorriso da mulher desgrenhada. O vinho escorre pelo canto da boca dela, mas os olhos brilham com uma malícia quase infantil.
Brennar:
— Você aparece como uma assombração, Siri Gaita… ou devo te chamar de ladra de cozinha?
Siri Gaita (rindo alto):
— Ladra não, Brennar… apenas uma mulher com sede. E você, quem é? Um cavaleiro caído? Um trovador bêbado?
Brennar (se endireitando, mesmo torto de álcool):
— Cavaleiro não sou. Trovador, talvez… mas com a língua mais solta que as cordas de um alaúde velho.
Ela dá um gole fundo, enxuga a boca com as costas da mão e, por um momento, o deboche some.
Siri Gaita:
— Já me chamaram de muita coisa… Siri Gaita, é claro. Mas meu nome é Lorena. Poucos se importam em perguntar.
Brennar (erguendo a sobrancelha):
— Lorena… soa como nome de donzela de histórias antigas. Mas você prefere dormir em tavernas do que em castelos.
Lorena (com um meio sorriso):
— Castelos são frios e cheios de paredes. Prefiro os lugares onde há vozes, risadas e gente viva. Ainda assim… quando posso, gosto de passear no bosque.
Ela suspira, e pela primeira vez não há deboche em sua voz.
Lorena:
— O bosque me chama. Lá não preciso fingir nada. Posso ser soturna, posso me perder no silêncio… e ninguém me aponta o dedo.
Brennar (assobiando, desta vez mais afinado):
— Uma mulher da noite, mas com o coração da floresta. Que paradoxo mais bonito, Lorena.
Lorena (olhando nos olhos dele, quase séria):
— E você, Brennar… vai só rir de mim como todos fazem, ou vai me acompanhar de verdade?
Ela inclina a cabeça, aguardando sua resposta, com o riso prestes a voltar.
A partir daqui, o leitor terá duas escolhas:
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Levar Lorena até sua casa, pelo caminho convencional, insinuando um interesse romântico. - Clique aqui
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Seguir com ela até o bosque, onde o tom soturno da noite e as confidências dela moldarão a jornada. - Clique aqui
quinta-feira, 25 de setembro de 2025
Brennar em Fúria 👾
Brennar cambaleia no meio do tumulto. O caos o envolve, vozes se misturam, corpos se chocam — ele não distingue amigo de inimigo. Num impulso cego, ergue os punhos e começa a esmurrar qualquer um que esteja ao seu alcance. Um aldeão tropeça, outro tenta se defender, e os tapas e cotoveladas voam para todos os lados.
Mesmo bêbado, há algo de instintivo na sua fúria: ele protege, ataca e se defende ao mesmo tempo, sem estratégia, apenas reagindo ao barulho e ao medo.
Role 1d6 para determinar o resultado da briga:
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1–2: A confusão se volta contra ele. Um golpe mais forte o derruba e deixa-o ferido; alguns aldeões carregam-no para o hospital da cidade, onde passa dias com braços roxos e hematomas. A vergonha pesa mais do que a dor física. - Clique aqui
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3–4: A briga deixa marcas: roxos e arranhões pelo corpo, mas ninguém consegue dominá-lo. O tumulto continua, e Brennar se retira cambaleando, ainda confuso, mas sem grandes ferimentos. - Clique aqui
-
5–6: Um evento externo abafa a confusão — uma prateleira desaba sobre a mesa, garrafas caem e um cão late alto. O tumulto desvia a atenção dele e dos outros. Brennar ainda está sujo de bebida e poeira, com alguns roxos nos braços, mas consegue escapar sem consequências sérias. - Clique aqui


