Brennar, já com o rosto vermelho do vinho e da ousadia, joga a cabeça para trás e solta uma gargalhada grossa.
Brennar (batendo na mesa):
— Siri Gaita! Mas que apelido perfeito! Uma siri que não sabe andar pra frente, só de lado… e ainda toca mais desafinado que um bode preso no telhado!
Alguns à mesa próxima já começam a rir. Ele continua, inflado pelo próprio veneno.
Brennar:
— Ora, se é Siri, devia estar no rio… mas você prefere o barril! Deve ser por isso que fede a vinho azedo em vez de água fresca.
Ele ergue a caneca como quem ergue uma tocha.
Brennar (quase cantando):
— Gaita desafinada, siri encruada,
Melhor casar com um peixe do que com essa desgraçada!
A taverna explode em gargalhadas, algumas forçadas, outras genuínas pelo absurdo. Lorena, no entanto, fecha o sorriso. O rubor sobe em seu rosto desgrenhado.
Num estalo, ela atravessa o espaço e esbofeteia Brennar com tanta força que a caneca quase voa de sua mão. O silêncio dura apenas um instante — logo o salão inteiro ri de novo, mas desta vez dele.
Lorena (gritando):
— Aí está, senhores: Brennar Veynar, o bardo do barril, o palhaço da caneca!
O nome dele ecoa em zombarias: “Brennar Veynar!”, “o porco cantor!”, “o siri bêbado!”. O escárnio passa a circular de mesa em mesa, como um brinde maldito.
🎲 Role 1 dado (d6):
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Se sair 1 a 3: Lorena incita alguns homens a bater nele, e Brennar é cercado por socos e empurrões. - Clique aqui
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Se sair 4 a 6: Ela apenas o ridiculariza, mas sua fama de tolo cresce ainda mais na boca dos frequentadores. - Clique aqui
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