Brennar, animado demais para notar os truques de Lorena, levanta a jarra e brinda como se fosse uma vitória. Ela acompanha o gesto, leva o vinho à boca… mas não engole. Os olhos dela brilham de malícia, e antes que ele perceba, o líquido rubro é arremessado de volta — direto no rosto dele.
O salão explode em gargalhadas. A barba de Brennar pinga como se fosse uma toalha molhada, e o cheiro ácido do vinho invade suas narinas. A taverna inteira assiste à cena: homens batem nas mesas rindo, mulheres cochicham, e até o taberneiro larga uma caneca no balcão para aproveitar a humilhação.
Lorena (com um sorriso vitorioso):
— Ora, ora, Brennar… achei que você precisava de um banho!
Brennar passa a mão pelo rosto, espreme os olhos e solta uma risada curta, quase engasgada. A vergonha arde mais que qualquer bebida forte, mas sua natureza não o deixa ficar calado.
Agora o leitor deve escolher:
-
Continuar bebendo, ignorando a provocação e tentando afogar a humilhação na caneca — mostrando que Brennar já está acostumado com derrotas e prefere não reagir. - Clique aqui
-
Criar um tumulto, partindo para a ofensa, insultando Lorena diante de todos e reacendendo o caos no salão. - Clique aqui
Nenhum comentário:
Postar um comentário