O primeiro soco pegou Brennar de surpresa. O estalo seco contra seu rosto fez sua cabeça virar, e ele caiu para trás, quase tombando a cadeira. O gosto metálico do sangue desceu pela boca, mas, em vez de desânimo, aquilo acendeu um fogo nos olhos dele.
Ele gargalhou, cuspindo sangue no chão de tábuas já imundas, e avançou contra o agressor. O punho de Brennar encontrou o queixo de um brutamontes que se metera na confusão — o impacto ecoou alto, e o sujeito desabou como um saco de batatas.
Então o inferno se soltou.
Garrafas se estilhaçaram contra as paredes, cadeiras voaram pelo ar, mesas tombaram, e a taverna virou um redemoinho de fúria. A cada segundo, mais gente entrava na briga, fosse por vingança, fosse por diversão. No meio disso tudo, Brennar percebeu Serena. Ela estava cercada, o manto vermelho chamando atenção indesejada, e parecia em apuros.
O coração dele bateu mais forte. A raiva que queimava agora se misturava a um instinto mais profundo: proteger a irmã.
Agora o leitor deve jogar os dados para decidir:
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Resultado baixo (1–3): Brennar avança contra a multidão, mas é barrado por uma garrafa que explode contra suas costas. Ele se perde no caos, empurrado e golpeado, incapaz de alcançar Serena a tempo. - Clique aqui
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Resultado alto (4–6): Ele abre caminho como um touro enfurecido, derrubando quem se mete pela frente. Mesmo sangrando, consegue chegar até Serena, pronto para defendê-la no meio da confusão. - Clique aqui
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