O salão já não é mais um lugar — apenas um mar indistinto de corpos, copos quebrados e fumaça das lamparinas tombadas. Serena se aproveita do caos como uma sombra; seu manto vermelho vira mais uma mancha entre tantas. Num instante, atravessa a porta lateral e o ar frio da noite invade seus pulmões.
À sua frente, três caminhos se abrem:
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O Beco da Neblina – Um corredor longo e estreito, onde a neblina rasteira cobre o chão como um véu espesso. O cheiro de pedra úmida e ferrugem preenche o ar, e cada passo ecoa abafado. Nos telhados próximos, corvos grasnam inquietos, como se soubessem de algo que os homens não veem. - Clique aqui
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A Viela da Taverna Velha – Uma passagem torta, iluminada apenas por restos de tochas presas em paredes descascadas. Caixas quebradas, barris estourados e sacos de lixo se acumulam nas laterais, criando sombras que parecem se mover. É um espaço apertado, que mistura a sensação de esconderijo com a de armadilha. - Clique aqui
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A Estrada do Bosque – Um portão de madeira semiaberto leva a uma estrada ladeada de árvores altas, cujas copas entrelaçadas quase escondem a lua. Galhos rangem com o vento, e o chão de folhas secas exala cheiro de terra viva. As sombras dançam como figuras antigas, convidando a perder-se entre os troncos. - Clique aqui
Agora Serena deve escolher por onde seguir.
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