O matrimônio, por sua natureza, está orientado à geração e educação dos filhos. Um casal que se une dentro da comunidade deve fazê-lo com o espírito aberto à vida e à continuidade dos valores herdados.
A recusa deliberada e permanente em ter filhos, sem motivo grave de saúde ou consciência reta e bem fundamentada, fere o espírito de Campos da Razão.
Casais que manifestarem a intenção de não gerar filhos serão chamados ao diálogo com os anciãos da comunidade, a fim de entender suas razões e orientá-los com caridade e firmeza.
Caso permaneçam nessa decisão, sem justificativa aceita pela assembleia, poderão:
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ser convidados a reconsiderar sua permanência na comunidade;
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ou aceitar uma condição de membro não votante e não formador de núcleo familiar pleno, com acesso restrito às decisões e heranças comunitárias.
A fecundidade é mais do que biológica: é espiritual, cultural e simbólica. Casais estéreis por natureza, mas abertos à adoção ou ao serviço comunitário com espírito generoso, serão acolhidos com honra, pois mantêm viva a chama da continuidade.
A esterilidade voluntária e egoísta, por outro lado, será sempre desencorajada, pois contraria o bem comum, o futuro da comunidade e a ordem natural.
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