O plano funciona pela metade. Serena quase desaparece na multidão, misturando-se a corpos em pânico e vozes que se confundem em gritos. Mas o brutamontes não é fácil de enganar: seus olhos a encontram, e ele parte atrás, abrindo caminho à força.
Brennar, surgindo de repente, intercepta o perseguidor. Os dois colidem como feras, trocando golpes que fazem mesas tombarem e cadeiras voarem. O salão se transforma em campo de batalha.
A brecha é curta, mas suficiente. Serena aproveita e escapa pela porta lateral, o coração batendo como um tambor. Ainda assim, ao olhar de relance, vê Brennar em desvantagem: seu irmão cai contra uma mesa partida, sangrando, mas resiste para dar a ela tempo de fugir.
Agora o leitor deve escolher o rumo de Serena:
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Ir atrás de quem ela acha que está por trás de tudo aquilo. Serena sente que fugir não basta — precisa de respostas e de justiça.
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Esperar escondida nas sombras do lado de fora, com a esperança de que Brennar consiga sair vivo para que possam se encontrar.
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Seguir para casa e descansar, fechando os olhos para a confusão da noite e aceitando que, por agora, o melhor é sobreviver.
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